Moção pela requalificação urgente do troço do IC3 aprovada na reunião do Executivo Municipal

O Presidente da Câmara Municipal de Penela, Eduardo Nogueira dos Santos, apresentou na passada terça feira, em reunião do Executivo Municipal uma moção a exigir a requalificação urgente do troço do IC3 que se encontra encerrado entre a rotunda junto aos Bombeiros Voluntários de Penela e o cruzamento para o Espinheiro.
Nesta moção, que foi aprovada e subscrita por todo o Executivo, é exigido à Infraestruturas de Portugal, entidade responsável pela via, que atribua caráter de prioridade absoluta a esta situação, nomeadamente pelo impacto que causa ao Concelho de Penela, criando um verdadeiro “fosso” que impede a circulação de pessoas e a normal atividade das empresas e vem criar uma dificuldade adicional na prestação de socorro.
É também uma exigência do Executivo Municipal, que seja apresentado um plano de intervenção com cronograma público, fases de obra e prazos previsíveis para a reabertura, que, não colocando em causa a intervenção imediata e a abertura à circulação urgente, inclua também a requalificação do restante itinerário que apresenta patologias e necessidades.
Na moção, que será remetida a várias entidades e organismos, nomeadamente a Suas Excelências o Presidente da República em funções e Presidente da República eleito, Gabinete do Primeiro Ministro, Ministério das Infraestruturas e Habitação, à Infraestruturas de Portugal, à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, entre outros, é ainda requerida a adoção urgente de soluções provisórias de circulação, designadamente a circulação alternada ou reabertura condicionada, desde que tecnicamente possível e garantindo todas as questões de segurança, de forma a reduzir os impactos criados aos Munícipes, empresas e instituições.
Com mais esta ação pública, os subscritores pretendem também lançar um apelo ao Governo, através do Ministério das Infraestruturas e Habitação, para que acompanhe diretamente este processo e assegure os meios financeiros e técnicos necessários, sendo que, caso se mantenha esta situação, está em causa a coesão territorial, a atividade económica local e a segurança, sendo inaceitável que um concelho do interior permaneça por tempo indeterminado privado do seu principal eixo viário.
A referida moção será ainda remetida à Assembleia Municipal, que reúne amanhã, para votação e eventual subscrição da mesma.
