Câmara Municipal de Penela

Cercipenela assinala Dia Mundial do Teatro



A CERCIPENELA vai apresentar no dia 27 de Março, Dia Mundial do Teatro, pelas 15h00 no Auditório Municipal de Penela, a peça "O NABO GIGANTE", do grupo de teatro Obras Feitas. O grupo é constituído por utentes do Centro de Atividades Ocupacionais da Cerci. Este projeto é o resultado de uma parceria com o grupo de teatro “Encerrado para Obras”, sediado em Penela.
Também nesse mesmo dia no âmbito das comemorações das artes cénicas, a Cercipenela e o Grupo de Teatro Crinabel apresentam “A CANTORA CARECA” de Eugene Ionesco, no Auditório Municipal de Penela, pelas 21h30.


SINOPSE DO ESPECTÁCULO O NABO GIGANTE
O Nabo Gigante é um espetáculo escrito por David Cruz e Estela Lopes, diretores da Encerrado para Obras, também responsáveis pela formação, encenação e produção executiva do projeto.
A dramaturgia foi desenvolvida com base nas personagens criadas pelos próprios formandos e inspira-se livremente do conto tradicional russo homónimo, recolhido por Alexis Tolstoi.
A Dona Rosa Formosa e o General Carlitos Zé-Manel, dois pacatos reformados que habitam no Rabaçal, têm uma horta muito especial: graças a uma magia que só eles conhecem, ali só crescem legumes gigantes. O problema, é que chegada a hora da colheita, há um Nabo, o maior de todos os legumes, que não quer sair da terra. Todos são chamados a ajudar para arrancar o Nabo Gigante, vizinhos, familiares, animais da quinta. A notícia deste fenómeno chega aos ouvidos de Júlio Magalhães, jornalista da TVI-Televisão Importante, que de imediato se dirige ao Rabaçal para uma reportagem em direto. Pelo meio há ainda um detetive privado, a mando de uma multinacional da agro-pecuária, que tenta descobrir a magia secreta dos velhotes.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Autoria, encenação, direcção de actores: David Cruz, Estela Lopes
Adereços e figurinos e direcção de cena: Filomena João, Emilia Correia
Cartaz e logotipo: Sérgio Silva
Grafismo: David Cruz
Operação técnica e iluminação: Amadeu Magalhães, Luís Malhadas
Produção executiva e colocação de espectáculos: David Cruz, Joaquim Campeão

ELENCO:
Carlos Manuel G. Simões, João Manuel Mendes Dias, Luis M. Domingues Silva, Eduarda F. Marques, Dina Margarida L. Mendes, Paula Susana Conceição Fernandes, Sandra Cristina P. Carvalho, Carla dos Santos Morgado, Paula Cristina B. Louro, Ana Rita Sousa Gomes Ferreira, Andreia Patricia Antunes Curado, Catarina Lopes Simões, Sofia Martins Nunes, Edgar Teixeira, Sara Marisa Dias Ferreira, Luisa Madalena Mateus

SINOPSE DO ESPECTÁCULO A A CANTORA CARECA
Saímos da sala dos Smith e ocupámos o jardim. Foi chegando gente. Uns passaram rapidamente, outros instalaram-se para sempre na anarquia de uma burguesia decadente. São 50 minutos à procura de um código para comunicar. A falha é inevitável. Não nos entendemos... nunca nos entendemos... O Teatro abandonou-nos como nunca e ficámos dependentes da sorte, da tentativa, de nós mesmos.
Resta-nos rir. Rir muito! Para que ninguém perceba que nunca nos entendemos. Como?
"A Cantora Careca" [Eugene Ionesco, 1950] que nos é apresentada como uma comédia do absurdo, é na verdade uma tragédia da linguagem, um exercício de não comunicação. Todo o texto se transforma num grande jogo, as personagens marionetes, o Teatro questionado até ao limite da anarquia. E é nessa liberdade que nos encontramos com este texto. Não pelo prazer de o decorar, mas pela fome de o transformar.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Encenação: Marco Paiva
Assistência de encenação: Tiago Gonçalves e Milu Neto
Textos: Eugene Ionesco e Crinabel Teatro
Desenho de Luz: Nuno Samora
Espaço sonoro: Marco Paiva
Direção Técnica: Nuno Samora
Produção Executiva: Crinabel Teatro
Fotografias: Miguel Costa
Cartaz: Tiago Gonçalves

ELENCO:
António Coutinho, Ana Isabel Dias, Ana Rosa Teixeira, Andreia Farinha, Carlos Jorge,
Carolina Sousa Mendes, Filipe Madeira, Hugo Fernandes, Joana Honório, João Leon, João Pedro Conceição, Ricardo Peres, Rui Fonseca, Sérgio Gonçalves, Tomás de Almeida.




Data

23/03/2015