Câmara Municipal de Penela

Protocolo assinado formaliza Comunidade para a EC



Decorreu na tarde do dia 9 de abril, no salão nobre dos paços do concelho, a assinatura do Protocolo de Constituição da Comunidade para a Economia Cívica de Penela.

O Protocolo foi assinado entre a Associação para a Economia Cívica Portugal, a Câmara Municipal de Penela na qualidade de membros da Comunidade para a Economia Cívica de Penela, junto com outros 16 parceiros, nomeadamente, o Agrupamento de Escolas Infante D. Pedro, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Penela, a Associação Portuguesa de Medicina Preventiva, a Associação Quinta das Pontes, a Associação Tempos Brilhantes, a Cáritas Diocesana de Coimbra, a Casa de Beneficência Luís Oliveira Guimarães, a CERCIPenela, a Companhia de Chanca, o Encerrado para Obras, a Escola Tecnológica e Profissional de Sicó, a FLOPEN, a Fundação ADFP – Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional, a ISA Intellicare, a Naturidade e a Santa Casa da Misericórdia de Penela.

Na sessão de abertura, o presidente da câmara municipal, Luís Matias reforçou a importância na adesão de Penela a esta plataforma, sendo ela “uma oportunidade para a capacitação do concelho, beneficiando de um projecto da base local inserido num projeto comum, beneficiando deste modo da massa crítica necessária a criar as dinâmicas para o desenvolvimento sustentável dos territórios.”

O autarca, salientou que este novo espaço de trabalho “apresenta um novo paradigma na criação das respostas orientadas para a resolução dos problemas dos cidadãos e na criação de novas oportunidades, por se tratar de uma iniciativa aberta a todos os atores sociais e económicos dos respectivos territórios, por procurar integrar nos processos decisórios todos os agentes e todos os cidadãos que ambicionem de forma integrada responder aos desafios societais que são colocados.”

A Iniciativa para a Economia Cívica tem um desígnio mobilizador de transformar estes territórios em espaços mais competitivos, atractivos e inclusivos num quadro de elevado nível de desenvolvimento económico, social e ambiental, e de responsabilidade social. Com este enquadramento e tendo por base a identificação dos grandes problemas do território esta plataforma poderá constituir-se como a derradeira oportunidade para contribuir de forma inovadora e duradoura para que estas zonas sejam cada vez mais um espaço sustentável e bem ordenado que integra uma economia competitiva, integrada, aberta, inovadora e criativa e que possa nestes termos criar os alicerces de um território equitativo e uma sociedade participante, comprometida e com sentido de cidadania.



Data

10/04/2015