O que Visitar
Castelo de Penela-Monumento classificado
A sua construção data do séc. XI, apesar do que hoje se pode ver do Castelo remontar somente aos Séculos XIV e XV. No seu interior tem a Igreja de São Miguel, cujas primeiras origens se prendem ao séc. XII.
De salientar:
Além da Porta da Vila, tem uma outra porta, a que chamam, a da Traição ou dos Campos, que apresenta uma abertura dupla em cotovelo, integrada numa torre, o que denota a influência da tradição muçulmana na fortificação portuguesa dos fins da Idade Média.
Igreja de São Miguel
O Foral de 1137 refere já a existência de uma igreja. O templo que hoje se pode apreciar resulta de uma grande intervenção efectuada na segunda metade do séc. XVI.
De salientar:
A Capela-mor, toda ela revestida de talhas barrocas, na maioria do séc. XVII ou início do séc. XVIII. A imagem da Senhora com o Menino, esculpida por João de Ruão nos meados do séc. XVI (1530/1540).
Pelourinho de Penela - Monumento classificado
Este pelourinho remonta à época medieval e compõem-se de uma coluna de fuste oitavado, da pinha e de três degraus. Inicialmente colocado no meio da praça da vila, hoje encontra-se na Rua 25 de Abril.
De salientar:
O conjunto das quatro hastes de ferro que imitam serpentes e que suspendem da boca as argolas. Possui dois brasões semelhantes que representam, eventualmente, o brasão de armas do Concelho de Penela.
Igreja da Misericórdia
É uma igreja da segunda metade do séc. XVI, apesar de ter inscrito no seu portal o ano de 1616, no qual terá sido alvo de reforma
De salientar:
A qualidade da bandeira processional, composta por duas pinturas evocativas da Piedade e da Senhora da Misericórdia, da autoria de Ernesto Condeixa. A porta principal apresenta elementos do Período Manuelino, Renascentista e Maneirista.
Igreja de Stª Eufémia - Monumento classificado
Embora já hajam referências a esta igreja 1254, é sobretudo um templo do período renascentista, com um corpo de três naves, separadas por arcadas da ordem toscanas, cobertura em madeira e cabeceira tríplice.
De salientar:
Capela-mor abobada com retábulo barroco de talhas douradas. Capela dedicada ao Espírito Santo, onde existe um retábulo de pedra de Ançã, saído de uma oficina conimbricense em meados do séc. XVI, e uma escultura da Virgem com o Menino, gótica, dos finais do séc. XV, também de uma oficina coimbrã. Pia Baptismal de estilo manuelino.
Igreja Matriz de Podentes
O exterior desta Igreja é resultante de uma remodelação executada no Século XIX. No seu interior tem apenas uma nave e uma única capela na cabeceira, cujo altar-mor é oitocentista.
De salientar:
As duas capelas dos lados: a da esquerda do Século XVII e evocadora do Santíssimo Sacramento e a da direita dedicada à Nossa Sr.ª do Rosário, que exibe uma cúpula de pedra quinhentista.
Pelourinho de Podentes-Monumento classificado
É um pelourinho de estilo manuelino, com o fuste de mármore, provavelmente reaproveitado de um antigo edifício romano em ruínas. É o maior fuste de um só bloco, datável desta época, encontrado em Portugal.
De salientar:
O fuste de mármore eleva-se sobre uma base de quatro degraus. O capitel tem uma forma cúbica, ostentando nas suas faces a Cruz de Cristo, a esfera armilar, e nas outras faces dois escudos já gastos, um dos quais, esquartelado, dos Sousas de Arronches.
Igreja Matriz do Rabaçal
O edifício que hoje se vê é o resultado de diversas remodelações, tendo sido a mais
representativa executada nos finais do Século XVIII. Esta igreja possui uma cabeceira composta por uma só nave e uma capela, de
onde se destaca um retábulo oitocentista de talha com uma tela alusiva à sua patrona, Santa Maria Madalena.
De salientar:
A qualidade dos dois altares dos flancos, de talha e de gosto neoclássico dos finais do Século XVII. Nos seus nichos pode ver-se duas esculturas também setecentistas de São Domingos e Santa Teresa.
Villa Romana do Rabaçal
Situada a 12 Km de Conímbriga, a Villa Romana do Rabaçal encontra-se numa "meia-encosta" na Freguesia do Rabaçal, entre uma cumeada com arvoredo e um riacho, fazendo parte integrante do território da antiga civitas, junto da via romana que ligava Olisipo a Bracara Augusta.
Desta Villa Romana datada do século IV d.c. conhece-se a pars urbana (área residencial), balneum (Balneário), pars frumentária (área do pátio agrícola com alpendre), pars rustica (alojamento dos servos, armazéns, oficinas).
De salientar:
Os motivos figurativos dos mosaicos e algumas composições geométricas e vegetalistas não têm semelhança com o que existe em Portugal. No seu conjunto formam um grupo estilístico novo.
Vale do Rabaçal
O Vale do Rabaçal apresenta características muito particulares. Os seus solos são calcários, exibindo uma vegetação predominantemente rasteira, de onde se destaca a erva de Stª Maria que dá o sabor peculiar ao famoso Queijo Rabaçal. Por estas paisagens áridas facilmente se encontram rebanhos a pastar. A oliveira é também um elemento predominante nestas paragens. Ao passar no Vale do Rabaçal é indispensável uma visita às Ruínas Romanas do Rabaçal e ao Espaço Museu, assim como ao Castelo do Germanelo e à pequena aldeia de Chanca, de onde poderá desfrutar de toda a beleza do Vale.
Castelo do Germanelo
Erguido por D. Afonso Henriques, entre 1140-1142, este castelo típico do período Dali avista-se uma paisagem deslumbrante sobre o vale do Rabaçal.
De salientar:
Põe-se a hipótese de ter na sua origem um castro romanizado. De propriedade particular, deve-se a reconstrução hipotética da sua muralha norte ao Dr. Salvador Dias Arnaut.
Convento de Santo António - Monumento classificado
O convento foi fundado em 1578, contudo, o conjunto das construções (igreja, área residencial e anexos) datam do séc. XVIII. Nas mãos de particulares desde 1834, ano em que a Ordem Franciscana foi extinta, está hoje em elevado estado de degradação.
De salientar:
O retábulo da capela-mor, de estilo maneirista, apresenta um excelente traçado e boas talhas. De mencionar também o conjunto dos azulejos, setecentistas e de fabrico conimbricense, que apresentam painéis evocativos de passagens da vida de...
Monte de Vez
Com acesso por São Sebastião, do Monte de Vez desfruta-se de uma paisagem deslumbrante. A existência de uma Capela e de um moinho de vento reconstruído são dois elementos que emprestam ao local uma beleza muito própria. Daqui avista-se uma grande parte da área do Concelho, avistando-se para além das Vilas de Penela e Espinhal o Castelo de Germanelo, e as Serras do Espinhal e do Rabaçal.
Grutas Espeleologia
A espeleologia é uma das potencialidades do Concelho. Apesar de só começarem a ser divulgadas ao público, as grutas de Algarinho e Talismã têm sido exploradas por vários grupos espeleológicos e encontram-se ainda em fase de estudo.
Situadas a sul da nascente do Rio Dueça, e a escassos metros da EN 110, na zona de Taliscas, as Grutas de Algarinho e Talismã são
consideradas das maiores grutas do nosso país.
Igreja Matriz da Cumieira
Pensa-se que a Igreja já existiria no séc. XV. Invocando o mártir São Sebastião, este oráculo apresenta ainda vários elementos da época renascentista.
De salientar:
O sacrário barroco em talha dourada, que se encontra no altar de uma das capelas laterais, que apresenta duas tábuas pintadas com a representação do Ecce Homo.A abóbada renascentista da Capela do Sacramento, onde estão guardadas duas esculturas em calcário branco de Ançã, provenientes de oficinas coimbrãs, e que evocam a Senhora com o Menino e uma Santa Mártir.
São João do Deserto - Serra do Espinhal
"Com um bom binóculo e um pouco de imaginação, avistam-se dali cinco Distritos, além, evidentemente, do de Coimbra: os Distritos de Leiria, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Aveiro. Subir alguns quilómetros para ver cinco Distritos, temos de reconhecer que vale a pena. E não se gasta nada, a não ser as botas."
Eugénio de Castro
Igreja Matriz do Espinhal
A sua origem remonta à segunda metade do séc. XV, e tem por patrono S. Sebastião.
De salientar:
A pintura barroca sobre o arco triunfal, evocativa do Aparecimento de Cristo à Virgem. As três naves que compõem o corpo interior da igreja, separadas por arcadas de colunas jónicas. A Capela-mor de abóbada de meio-canhão, com retábulos de talha dourada de estilo barroco. As capelas colaterais, cobertas por cúpulas de quartelas, têm no interior retábulos de pedra em estilo renascentista coimbrão.
Serra do Espinhal
A Serra do Espinhal oferece aos olhos de quem passa uma paisagem inigualável. Daqui se avista a bela Vila de Penela, encimada pelo seu Castelo. Dependendo da altura do ano, a serra cobre-se de tonalidades diversas, que vão desde o verde, ao azul, passando pelo cor de rosa e pelo amarelo, dependendo da imensa variedade de plantas e árvores que aqui se pode encontrar. De realçar a existência do Miradouro da Serra de Stª Maria onde existe um característico relógio de sol.
Represas Naturais da Louçainha - Serra do Espinhal
A frescura, o verde das serras, a calma e a paz deste local, fazem das Represas Naturais da Louçainha um dos locais naturais mais aprazíveis do Concelho. Aqui poderá encontrar, para além, de piscinas naturais, um parque de merendas e um restaurante panorâmico.
Cascata da Pedra da Ferida - Espinhal
A Cascata da Pedra da Ferida localiza-se na Serra do Espinhal, e tem acesso inicial pelo caminho da Ribeira da Azenha. Para visitar este agradável local terá de deixar o carro a algumas centenas de metros e fazer um pequeno percurso pedonal.
Aldeias Típicas
O Concelho de Penela é rico em aldeias serranas com a sua arquitectura rural típica bem preservada. Destas destaca-se a Ferraria de S. João, na Freguesia da Cumieira.
Centro de BTT - Ferraria de S. João
Este Centro dispõe de um edifício de apoio ao BTT com estação de serviço para bicicletas com lavagem (moedas de 50 cent ou 1 euro), ar e mini-oficina self-service disponíveis 24h. Tem ainda casas de banho e duches quentes (moedas de 50 cent) disponíveis das 8h às 20h.
A partir deste Centro tem à disposição quatro percursos com crescentes níveis de dificuldade, e um quinto, de longa distância, que faz a ligação com os trilhos do Gondramaz e Lousã, voltando sempre à Ferraria de São João.
Em caso de necessidade contactar a Associação local ou o site.
Parque das Águas Romanas - Penela
O Parque das Águas Romanas de Penela local de imprescindível visita, inspira-se na domus da Villa romana do Rabaçal, formalizado através de fragmentos de compartimentos que constituíam o antigo “palácio”. Elementos lúdicos animam os espaços com actividades, ao nível cognitivo e físico, que nos remetem para a época.
Roteiro Turístico de Penela (.pdf)
Contactos
Câmara Municipal de Penela
Praça do Município, 3230-253 Penela
Tel. 239 560 120
Fax 239 569 400
Email: cmpenela@cm-penela.pt
Url: www.cm-penela.pt
Posto de Turismo
Praça do Município, 3230-253 Penela
Tel. 239 561 132
Fax 239 569 400
Email: turismo@cm-penela.pt
Horário de funcionamento:
Inverno - todos os dias das 10h00 às 17h30
Verão - todos os dias das 10h00 às 18h00
Espaço-Museu da Villa Romana do Rabaçal
Tel. 239 561 856
Email: museu.rabaçal@cm-penela.pt
Go Outdoor, Aventura, Desporto e Ar Livre e Lazer
Edifício da ETP Sicó Rua do Brasil, nº1
3230 - 255 Penela
Email: info@go-outdoor.pt
Url: www.aventura.go-outdoor.pt
Tel. (+351) 239 561 392
Fax (+351) 916 428 275
Equipamentos Desportivos
Piscina Municipal
Tel. 239 560 123
Pavilhão Multiusos
Tel. 239 560 124